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Santos - São Paulo - Brasil, 16 de dezembro de 2019.
27/07/2012
Artigos
As Mulheres e as Mudanças Climáticas.

Na próxima semana, em Copenhague, na Dinamarca, começa a 15ª Conferência das Partes da Convenção - Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CONUMC). Governos do mundo todo tentam enfrentar um dos grandes desafios dos tempos atuais: como administrar a influência humana sobre o clima e como se adaptar às mudanças do clima agora e no futuro.

Há pouco tempo, o Painel Intergovernamental sobre a Mudança do Clima, composto de 2000 cientistas e outros especialistas, de todo o mundo, patrocinado pelo "Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)" e a Organização Metereológica Mundial, concluiu que o aumento dos gases de efeito estufa na atmosfera, causados pela atividade humana, são a causa da maioria dos aumentos da temperatura que o mundo vem tendo no último século.
 
Esses gases são lançados na atmosfera pelas indústrias, meios de transporte, produção de energia, pelo carvão e petróleo (combustíveis fósseis), pelo desmatamento, etc.
 
Alguns efeitos deste processo já são sentidos: perda de gelo do mar e das montanhas, secas, furacões, aumento dos desertos, enchentes, aumento da água do mar, etc.
 
Recentemente, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) fez um "Relatório sobre a População Mundial de 2009 – Enfrentando um Mundo em Transição: Mulheres, População e Clima" onde procura analisar a relação entre população e mudança climática e o impacto destas mudanças para os homens, mulheres e crianças, pobres e ricos, etc. As mudanças do clima podem aumentar as desigualdades sociais.
 
As populações carentes enfrentarão os piores efeitos da mudança do clima: moram em áreas onde ocorrem mais enchentes, tempestades, elevação do nível do mar; dependem mais da agricultura e da pesca. E, nas populações carentes, as mulheres são particularmente mais vulneráveis pois são a maioria da força de trabalho agrícola, tem menos acesso a empregos e meios de geração de renda. Em geral, cuidam da casa e da família o que limita a mobilidade e traz mais riscos em relação aos desastres naturais. Por exemplo, nas secas tem que lutar mais para obter alimentos, água, energia, para a família.
 
O fato do mundo ter 6,8 bilhões de pessoas hoje ao invés de 300 milhões há mil anos atrás, aumenta a acumulação de gases estufa no ar. O equilíbrio populacional é fundamental. Para isto é chave um melhor acesso à saúde sexual e reprodutiva, onde a mulher desempenha papel preponderante.


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